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Dicas para prevenir a infecção urinária recorrente

23 de janeiro de 2019 Notícias

Passar muito tempo com roupas de banho úmidas é uma das causas da infecção urinária baixa recorrente, ou cistite de repetição. Durante o verão, quando muitas pessoas costumam ir à praia ou a piscina, o número de casos aumenta. Estimativas mostram que, pelo menos metade das mulheres pode apresentar pelo menos um episódio de infecção urinária durante a vida. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a higiene local feita de forma correta ajuda a reduzir a contaminação.

Pode não parecer, mas o uso prolongado de roupas úmidas pode causar dermatites na região da genitália, facilitando o surgimento e a proliferação de germes na via urinária. Pode atingir a bexiga (cistite), a uretra (uretrite) e rins (pielonefrite). Os sintomas da infecção urinária, denominada baixa, são: desconforto, dor ao urinar, necessidade de ir mais vezes ao banheiro e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.

O Dr. Flávio Trigo, presidente da SBU e especialista em Incontinência Urinária, explica que quando a infecção “ocorre no homem, é preciso investigar para saber se existe o comprometimento da próstata. Se a infecção atingir os rins, os sintomas são os mesmos, porém, a pessoa terá também febre e comprometimento do estado em geral”.

Já na mulher, as chances de contrair a bactéria são maiores, pelo fato da uretra ser curta, medindo em torno de quatro centímetros. Problemas como diabetes, alterações no PH vaginal por conta da gravidez e complicações ginecológicas, como corrimento e a vulvovaginite – inflamação da vulva e da vagina – também contribuem para a colonização do germe na bexiga.

Uma dica importante é evitar roupas íntimas desenvolvidas com material sintético, pois podem ajudar na proliferação de bactérias, e reduzem a ventilação na região. Já optar por tecidos de algodão é uma boa escolha por manter o local mais seco. A máxima de beber pelo menos dois litros de água por dia é fundamental para estimular a produção de urina. A recomendação de não segurar o “xixi” por muito tempo continua valendo.

Fonte: Magnitude Comunicação.

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