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6º Simpósio de Mastologia discute os avanços no tratamento do câncer

5 de novembro de 2018 Notícias

O câncer de mama é o tipo da doença que mais atinge mulheres no mundo, e o segundo no Brasil. Esses dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) mostram o quanto é importante discutir sobre o tratamento da doença. Com o objetivo de levantar esse debate, esclarecer dúvidas e adquirir conhecimento, o Hospital HSM realizou o 6º Simpósio de Mastologia com a participação do mastologista Guilherme Novita, de São Paulo.

Além de Guilherme, que faz parte do Centro de Oncologia Integrado do Grupo Américas Serviços Médicos, palestraram a médica oncologista clínica, Juliana Nicolau, e a radiologista Lilian Lobato, ambas da equipe de médicas do HSM. Temas como o Bi-Rads, a Tomossíntese Mamária, a Quimioterapia Neoadjuvante e o ​​​​​​​Carcinoma Ductal In Situ (CDIS) foram discutidos no simpósio.

Segundo o coordenador do evento, Dr. Antônio Pinho, o evento se mostra importante para os profissionais, porém mais ainda para as pacientes. “Se cada um de nós conseguir mandar a mensagem da prevenção para uma mulher, o evento se torna satisfatório”, afirmou. Sobre as temáticas, Antônio explicou que foram importantes, pois esclareceram mudanças e paradigmas e amplia o alcance de conhecimento dos profissionais do hospital.

A oncologista clínica, Juliana Nicolau, da Equipe HSM, falou sobre a quimioterapia neoadjuvante, processo feito antes da realização de uma cirurgia com o objetivo de diminuir o tamanho do tumor e facilitar o procedimento cirúrgico. “Às vezes aquela retirada total da mama pode virar uma retirada parcial se o tumor responder bem a quimioterapia”, explica a médica. Segundo ela, o processo também permite tratar micrometástases, células que tentam migrar para outros órgãos.

Conectar a equipe é fundamental para que o processo desde o diagnóstico até o tratamento das pacientes seja muito rápido, afirmou a médica. Ela comentou que para o tratamento do câncer é necessário um envolvimento da equipe já que ele envolve diversas especialidades. “Para que possamos chegar o mais rápido possível ao possível diagnóstico, precisamos de uma equipe atenta e atualizada”, concluiu.

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